

Diretores do Sinposba, Antonio José Santos, Daniel Souza e Lucineide Sampaio também participaram da manifestação em Salvador
A manifestação ocorreu em Campo Grande, na manhã deste sábado (2), e mobilizou milhares de pessoas.
Segundo Adilson, este 2 de Outubro (o 2OUT) é “um dia para ficar marcado na luta do povo brasileiro como um grande movimento de resistência ao desgoverno de Jair Messias Bolsonaro”.
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Geral 03/10/2021
O ato contra o presidente Jair Messias Bolsonaro reuniu cerca de 30 mil manifestantes no Campo Grande durante a manhã deste sábado, (2.out.2021). Além de críticas à condução do governo na pandemia de covid-19, os manifestantes também incluíram a pauta econômica e à PEC 32 nos protestos.
Durante o percurso, os manifestantes gritavam palavras de ordem como “Ninguém aguenta mais: fora Bolsonaro e seus generais”; “Vacina, comida! Fora, genocida!”; e “O preço da comida não para de subir. Ei, Bolsonaro, eu vou fazer você cair”. Houve também críticas à PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 32, que estabelece a reforma administrativa. Vale ressaltar que à PEC 32 não afetará somente os servidores públicos, mas também toda a sociedade, na medida em que a precarização dos vínculos de trabalho no serviço público deverá levar a uma série de comprometimentos no atendimento aos cidadãos brasileiros em suas demandas sociais.
Cada dia a mais que Bolsonaro acorda como presidente da República, o Brasil afunda, perde e se perde do mundo, mantendo-se como pária atado à espiral de crises (sanitária, política, econômica, institucional e diplomática) geradas pela incompetência e projeto pessoal de poder de Bolsonaro e da sua inepta equipe de governo.
“O Brasil não vai aceitar o fim dos concursos públicos ou o apadrinhamento como regra de ingresso ao serviço público brasileiro. Não toleramos um presidente incapaz, cruel e genocida, precisa ser afastado para ser julgado pelos crimes que cometeu e comete diariamente contra os brasileiros, até que ele responda pelo genocídio que tirou as vidas de quase 600 mil pessoas na pandemia de Covid-19, pelo desemprego que atinge 100 milhões e pelo desalento que causa miséria e fome, desabafou Rosa de Souza, presidenta da CTB-BA.
O povo ocupa às ruas em protesto contra o caos que representa ao país ter Bolsonaro na Presidência da República: desemprego recorde, fome, carestia, inflação, corrupção, retirada de direitos, desmonte dos serviços públicos e das estatais, ataques à democracia, à soberania e às liberdades, atropelo da ciência e desprezo à vida.
Além de Salvador, os atos contra Bolsonaro aconteceram em várias cidades baianas e em mais de 260 cidades do Brasil e do exterior, segundo os organizadores.www.ctbbahia.org.br